"Maze Runner - Correr ou Morrer" (2014) falha ao apresentar clichês confusos em uma trama mais clichê ainda.
Imagine a seguinte situação: um grupo de
pessoas presas em um local perigoso e misterioso, sem saber como foram parar
lá. De um dia para o outro, surge um novo integrante ao grupo, que logo percebemos
ser diferente dos demais, e que salvará seus novos companheiros.
Esta é uma das bases de roteiro mais
recorrentes no cinema hollywoodiano dos últimos tempos (desde o lançamento de
Matrix, em 1999), e que vem cada vez mais alcançando espaço nas mentes dos
roteiristas. “Maze Runner – Correr ou Morrer” (The Maze Runner), adaptado do
livro homônimo de James Dashner, é mais um desses filmes “linha de produção”,
cheio de clichês gigantes.