quinta-feira, 28 de abril de 2016

Capitão América: Guerra Civil

Superando seus antecessores, Capitão América: Guerra Civil (Captain America: Civil War, 2016) é um dos melhores filmes da Marvel

  Muito frenesi acompanhou toda a produção e o marketing de Vingadores: Era de Ulltron até seu lançamento em maio de 2015. Porém, as expectativas não foram muito bem "pagas" pela película, que acabou desapontando muitas pessoas que acreditavam que talvez a produção conseguia ultrapassar o sucesso de seu antecessor de 2012 (mesmo se tornando a atual sétima maior bilheteria de toda a história do cinema). 
  Além disso, no mesmo ano do laçamento da segunda reunião dos heróis da Marvel, foi lançado Homem Formiga, que, apesar de não ter sido um filme ruim, passou praticamente despercebido pelo público em geral. Portanto, 2015 acabou com a sensação de que a Marvel deixou algo incompleto para seus maiores públicos. Tal sensação teve seu fim com o recente lançamento de Capitão América: Guerra Civil (Captain America: Civil War, 2016), que acabou cumprindo todas as expectativas formadas pelo público desde o lançamento da primeira arte conceitual da produção.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Conspiração e Poder

Subestimado, Conspiração e Poder (Truth, 2015) parece Spotlight, mas é muito melhor

  Já comecei diversas análises utilizando como base inicial o Oscar 2016, mas essas decisões não foram à toa. Mesmo com todas as polêmicas que envolveram a octogésima oitava edição dos prêmios da Academia (o importantíssimo movimento #OscarsSoWhite), vimos que praticamente todos os gêneros cinematográficos foram honrados na cerimônia (desde Mad Max: Estrada da Fúria até Divertida Mente), o que acabou dando muita visualização para filmes que possuem estrutura parecida ao honrados (o que acontece praticamente todo ano).
  Foi o que aconteceu com Conspiração e Poder (Truth, 2015), que possui várias correlações com o grande vencedor do Oscar de Melhor Filme de 2016, Spotlight: Segredos Revelados, e que provavelmente só conseguiu um pouco de visualidade graças ao resultado da premiação. Porém, uma coisa que difere os dois filmes é o fato de que o filme mais subestimado na realidade parece mais uma evolução do vencedor dos prêmios da Academia (apesar de ambos terem sido lançados praticamente ao mesmo tempo).

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Mogli: O Menino Lobo

Mogli: O Menino Lobo (The Jungle Book, 2016): o necessário, somente o necessário

  Durante todos os anos que se passaram desde a fundação da Walt Disney Studios, em 1923, várias músicas clássicas foram produzidas para seus filmes, tornando tais filmes imortais, assim como as próprias músicas (que entraram para o subconsciente de toda uma sociedade). Podemos destacar rapidamente as clássicas "Heigh-Ho", de Branca de Neve e os Sete Anões e (1937) "When You Wish Upon a Star", apresentada em Pinóquio (1940) e as recentes "Hakuna Matata", de Rei Leão (1994) e "Let it Go", de Frozen - Uma Aventura Congelante (2013).
  Porém, uma das canções mais importantes para a análise que farei sobre a mais recente aposta live action da produtora supracitada, Mogli: O Menino Lobo (2016), provém do filme homônimo de 1967. Em inglês, o nome da música é "Bare Necessities", que ficou conhecida no Brasil pelo famoso refrão "eu uso o necessário, somente o necessário, o extraordinário é demais". Para a realização do remake lançado recentemente, aparentemente essa regra foi utilizada de uma maneira muito boa.

sábado, 9 de abril de 2016

SÉRIE: Unbreakable Kimmy Schmidt (Temporada 1)

Sem muitas pretensões, a primeira temporada de Unbreakable Kimmy Schmidt (2015) se revela uma ótima aposta da Netflix

  A primeira vez que vi a atriz Ellie Kemper foi na versão americana de The Office e, por algum motivo, marquei o rosto da atriz para sempre em minha mente (acho que isso aconteceu com todos os atores da série). Alguns meses depois de assistir a última temporada da produção, assisti ao filme Sex Tape: Perdidos na Nuvem, em 2014, e dentre todas as atuações a que mais me chamou a atenção foi a da atriz supra-citada.
  Eis que, em 2015, a Netflix produz mais uma série, dessa vez criando uma comédia totalmente focada no formato sitcom. No início, não fiquei muito interessado na nova produção de uma das maiores produtoras de conteúdo da atualidade. Porém, me interessei muito quando vi quem seria a atriz principal da obra (que você, leitor, já deve saber quem é), e quem eram os criadores, Tina Fey e Robert Carlock, produtores executivos de 30 Rock. No fim, acabei assistindo a primeira temporada em menos de um dia. A série era Unbreakable Kimmy Schmidt. Valeu a pena.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Um Homem Entre Gigantes

Um Homem Entre Gigantes (Concussion, 2015), um ótimo filme com um roteiro meio caído.

  Depois da crítica de Mortdecai - A Arte da Trapaça (que pode ser lida aqui), assumi que atrizes e atores que eu considero ruins podem de verdade realizar bons trabalhos (apesar de alguns realmente não conseguirem entregar uma atuação no mínimo aceitável). No caso, o ator do filme de 2015 era Johnny Depp. Porém, recentemente encontrei outro ator que pode se encaixar nessa categoria.
  Era uma tarde quente de hoje, quando resolvi ir ao cinema, já que fazia muito tempo que não ia para minha segunda casa. As opções disponíveis eram três, e duas eu já havia assistido, nas semanas anteriores. A outra opção era Um Homem Entre Gigantes, do diretor Pete Landesman, mas uma figura no mínimo controversa estava enfeitando o poster: Will Smith, um dos atores mais polêmicos de Hollywood. Como todas (os) já devem ter percebido pelo primeiro parágrafo dessa crítica, nunca considerei Smith um bom ator, porém esse filme me fez mudar drasticamente de opinião.